Histórias Reais: a importância de se manter em movimento

“Estar em movimento é a maior vitória que um corredor pode conquistar”, garante Cláudia Lerina Scherer. Aluna da i9 Academia, ela tem 37 anos e, há dois, pratica corrida. Contadora e estudante de Psicologia, ela destaca que a atividade física chegou a sua vida como uma ferramenta de saúde física e mental. “Descobri que correr me proporcionava algo que, até então, não tinha um sentido pleno pra mim: a liberdade”, elabora.

Inicialmente, Cláudia optou por experimentar a corrida de rua. No entanto, quando descobriu a trilha, sentiu que era este o caminho que queria seguir. “Sob o aspecto do desempenho, meu corpo responde melhor às características da corrida em trilha”, avalia. Afinal, segundo ela, enquanto a corrida de rua exige ritmo e velocidade, a de trilha requer mais força e resistência. Sua identificação com a modalidade também foi reforçada pela oportunidade de manter contato direto com a natureza. “Isso me proporciona aliar a prática da atividade física à sensação de pleno bem-estar”, afirma. Ao mesmo tempo, Cláudia destaca que sua rotina de treinos na cidade é diária e bastante intensa. “A i9 é uma grande aliada para o meu processo de crescimento”, garante.

UMA ROTINA DE ATLETA

Orientada pelo educador físico Fábio Gerhard (Fabão), Cláudia faz um trabalho específico de fortalecimento para corrida. Dessa forma, três vezes por semana pratica exercícios de força, equilíbrio e mobilidade na academia. Além disso, uma vez por semana ela faz Pilates com a instrutora Greice do Nascimento. Assim, investe em postura, alongamento e fortalecimento do core. Já nos outros dias, Cláudia se dedica à própria prática da corrida com o trail trainer Cristiano Fetter. Entretanto, ela não para por aí e garante que adora as aulas de Body Combat e Ritmos da i9. “RPM, Yoga e Super Class também são grandes aliadas para praticantes de corrida”, destaca. Porém, em períodos que antecedem as competições, Cláudia explica que é preciso diminuir a intensidade. “Reduzimos as atividades pelo menos dois dias antes da prova, pois costumamos dizer que descansar também é treino”, pontua.

Mesmo depois de competir em quase 40 provas, Cláudia afirma que ainda tem muito a descobrir. “Do pouco que já aprendi, posso dizer: tenham a atividade física como um pilar da vida”, recomenda. Afinal, conforme Cláudia, é este movimento que dá suporte aos enfrentamentos do dia a dia. “A atividade física é uma representação de como você leva a vida. Então, se não estiver indo bem, reveja”, sugere. Ela destaca, ainda, a importância de confiar em seus treinadores, pois eles sabem o que é melhor para cada aluno. “Se você pensa em correr ou já está começando, não tenha pressa, pois sempre haverá altos e baixos”, afirma. Já para manter a motivação, Claudia recomenda buscar amigos que tenham o mesmo propósito e a mesma vibração que você. “E o mais importante: nunca pense nem acredite que que correr três, cinco, dez ou quinze quilômetros seja pouco”, ressalta.

MOVIMENTO BASEADO EM DADOS

Outra aliada dos treinos de Cláudia é a tecnologia. “Uso o aplicativo Strava e relógio esportivo Polar 430”, revela. Na academia, o monitor cardíaco do dispositivo ajuda a marcar tempos de pausa entre séries. Da mesma forma, durante a corrida, Cláudia usa o smartwatch e o aplicativo para medir e avaliar seu rendimento. “Em cima destes dados, os treinadores conseguem trabalhar melhor”, avalia. Como resultado, em dois anos Cláudia aprendeu a correr até 25 km – e segue em processo de evolução.

Além de muitas conquistas, a corrida já proporcionou à atleta conhecer inúmeras cidades. “Se as pessoas soubessem como somos abençoados por lugares incríveis aqui pertinho”, analisa. Entre eles, cita Porto Lucena, São Francisco de Paula, Santa Maria do Herval, Bento Gonçalves, Sério, Arroio do Meio. Também Nova Roma do Sul, Nova Petrópolis e Picada Café. De acordo com Cláudia, a definição de participar das provas ocorre de várias maneiras. “Já escolhi por motivos banais ou até mesmo para obter experiência”, comenta. Contudo, hoje em dia ela observa muito o local onde será sediada a prova, o percurso e a dificuldade. “Se meu coração bater mais forte, me inscrevo”, conta.

Segundo ela, são diversas as emoções e sensações que se passam durante uma competição. “Se você está bem preparada fisicamente, o corpo está pronto para exercer a prova. E daí é a cabeça que comanda toda a ação”, afirma. Assim, Cláudia comenta que há duas opções: deixar que a mente o sabote ou fazer dela uma aliada. “Costumo dizer que o corpo pode suportar quase tudo; a cabeça, não. Se ela não estiver forte, não tem preparo físico que faça terminar uma prova”. Por isso, Cláudia conta que durante o percurso gosta de se desafiar mentalmente, buscando atingir pequenas metas. “Com a mente distraída, a prova fica menos pesada”, pondera.

SUPERAÇÃO E CONQUISTAS

Cláudia começou a correr em 2017 e, já em 2018, estreou no Campeonato Gaúcho Corridas Trilhas e Montanhas (CGCTM). A competição envolveu sete etapas. Ao final, a atleta sagrou-se campeã gaúcha do circuito geral categoria 33/37 (curto). “Em 2019, minha maior conquista tem sido atingir um crescimento significativo nos treinos”, avalia Cláudia. Afinal, em abril deste ano ela vivenciou um episódio de esforço e superação. Logo no quilômetro 5 da prova Desafio Raiz, em Morro São Pedro, teve uma torção séria no pé, lesionando os ligamentos. “Mas minha motivação por superação era tanta que não consegui desistir da prova”, confessa. Assim, correu mais 8 km até a linha de chegada e conquistou a quarta colocação geral.

Depois de 40 dias de tratamento, lá estava a aluna da i9 Academia correndo a maratona de Porto Alegre. Em seguida, em agosto, obteve o terceiro lugar geral na TRS Trail Run, em Morro Reuter. Já o próximo desafio de Cláudia será no dia 5 de outubro, quando ocorre a Xtreme, em Gramado.

EVOLUÇÃO DA MODALIDADE

Conforme Cláudia, o Rio Grande do Sul é um dos estados pioneiros (junto com a Bahia) a ter um campeonato de trilha sob chancela da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Filiada a instituições internacionais como Associação Internacional de Ultramaratonistas (IAU), Associação Mundial de Corredores de Montanha (WMRA) e Associação Internacional de Corredores de Trilha (ITRA), a CBAt busca normatizar as corridas de montanha, trilha e ultramaratona no Brasil. Assim, incentiva o registro de equipes, atletas, clubes, treinadores e demais profissionais ligados à modalidade. Da mesma forma, trabalha para organizar o sistema nacional de classificação de atletas e os processos de seleção nacional para composição de delegações em eventos competitivos. Ou seja, atua para fortalecer o trail running no país. “Para o esporte crescer, precisamos quantificar, mostrar quantos somos”, destaca Cláudia, que recentemente obteve seu registro de corredora na CBAt.

Orgulhosa de fazer parte desta história, ela ressalta que em 2019 está ocorrendo o primeiro Campeonato Gaúcho de Trail Running. “Consequentemente, os atletas que querem ser campeões de fato necessitam estar filiados na CBAt”, incentiva ela. Afinal, com o tempo, o registro deverá proporcionar vantagens em provas e eventos regulados e avaliados por todo o Brasil. Para tanto, as seis organizadoras do Campeonato Gaúcho estão recebendo as fichas de filiação que serão encaminhadas à Faergs e à CBAt. São elas: Desafio Cerro Branco, Audax Trail Tour, Raiz Trail, Faccat Trail Run, TH2 Gramado e Corrida de Sexta. “Para mim, poder contribuir para o crescimento desta modalidade via Brasil é gratificante e espero poder fazer bonito nas listagens em eventos competitivos”, projeta.

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